Curso Online com Rita Machado
Aprenda no seu ritmo uma técnica única de customização.
Você vai sair sabendo produzir esta linda imagem.
Se você é uma mulher católica que está cansada de depender dos outros, cansada de ver o dinheiro acabar antes do mês terminar, e sonha em ter um trabalho que honre sua fé enquanto coloca dinheiro no seu bolso...
Que desejam unir espiritualidade com uma fonte de renda digna, trabalhando com arte sacra no conforto do lar.
Que sonham em transformar habilidades manuais em peças que tocam corações e geram renda de verdade.
Sem patrão, sem horário fixo, perto dos filhos. Assista às aulas quando puder e produza no seu tempo.
Um método comprovado, com quase 5 mil alunas que já aprenderam. Sem promessas vazias, só técnica que funciona.
A arte sacra não é só beleza — é dinheiro no bolso, é propósito na alma, é liberdade na vida. Enquanto você hesita, outras mulheres já estão faturando com peças que saem das mãos delas direto para o coração dos clientes.
Veja o que você será capaz de criar. Cada detalhe, uma técnica revelada.
Veja como uma única técnica pode transformar sua realidade financeira. Os números não mentem.
Custo da peça
R$ 40,00
Materiais básicos
Preço de venda
R$ 250,00
Valor de mercado
Lucro por peça
R$ 210,00
Retorno líquido
10 peças por mês
R$ 2.100,00
Renda extra garantida
Investimento
12x de R$ 30,72
Retorno potencial
R$ 25.200,00
+ de 6.800% de retorno
Isso é vendendo apenas 10 peças por mês. Imagine se você se dedicar mais...
QUERO ESSE RETORNO* Valores baseados em média de mercado. Resultados podem variar de acordo com dedicação, localização e estratégia de vendas de cada aluna.
Em 2014, eu vivia aquilo que muitas pessoas chamariam de "vida ideal". Eu era gerente de contas em um banco, estava em ascensão na carreira, tinha uma profissão estável e um futuro aparentemente muito bem desenhado.
Mas, por dentro, algo não ia bem.
Comecei a sentir sintomas que eu não entendia: dormência nos braços, crises de ansiedade, uma necessidade constante de me isolar. Chegava ao estacionamento do trabalho e levava de cinco a dez minutos para conseguir descer do carro. Às vezes, tudo o que eu queria era ficar no banheiro. Quando chegava em casa, queria ficar no escuro, deitada, sem forças.
Até que um dia, o meu pequeno Pedro com pouco mais de dois anos me pegou pela mão e disse:
"Mãe, vamos sair desse quarto escuro."
Foi ali que eu entendi: eu precisava de ajuda.
Procurei um médico, iniciei acompanhamento e recebi o diagnóstico de depressão. Mas, mesmo naquele momento difícil, eu tinha uma certeza muito clara dentro de mim: eu não queria me entregar àquilo.
Na primeira consulta, o médico me fez uma pergunta simples — e, ao mesmo tempo, a mais difícil que eu já tive que responder:
"O que você gosta de fazer?"
Eu não soube responder.
Minha vida se resumia a acordar às seis da manhã, arrumar tudo às pressas, colocar o Pedro no carro, ir para outra cidade trabalhar, deixá-lo com a minha mãe, passar o dia inteiro no banco muitas vezes das oito da manhã às oito da noite e voltar para casa exausta. Casa. Trabalho. Trabalho. Casa. Não havia espaço para mim.
Como eu estava de licença médica, ele me disse algo que mudou tudo:
"Agora você tem tempo. Sua tarefa é descobrir o que você gosta de fazer. Faça algo por você."
No dia seguinte, peguei o carro sem rumo e comecei a andar pela cidade. Até que parei em uma loja de artesanato. Me encantei com as peças expostas e marquei uma aula.
E ali… foi paixão à primeira vista.
Quando encostei nos materiais, quando comecei a trabalhar com as peças, algo aconteceu dentro de mim. Naquela primeira manhã de aula, eu me apaixonei. Comecei a produzir, marquei mais aulas, fui querendo aprender cada vez mais.
O artesanato me desconectava de tudo aquilo que me fazia mal. Ele me devolveu a autoestima. Me devolveu a confiança.
Pegar uma peça totalmente crua, em branco, e transformá-la em algo bonito e ouvir alguém dizer: "Nossa, foi você que fez?" aquilo me dava força, me dava sentido.
É claro que o acompanhamento médico foi essencial. Eu segui meu tratamento por seis meses e tive alta.
Mas do artesanato… desse eu nunca tive alta.
Ele foi o que me sustentou nos momentos mais difíceis da minha vida. E ainda sustenta. Ele me ensinou que, mesmo quando tudo parece em branco, é possível criar beleza. Todos os dias.
No começo, minha família ficou insegura. Eu tinha formação, um cargo de gerência, estabilidade. Largar tudo isso não parecia lógico. Mas com o tempo, eu pude provar que, trabalhando em casa, com aquilo que eu amo, eu consigo hoje uma renda muito maior do que teria dentro do banco.
O artesanato não apenas mudou a minha profissão. Ele mudou a minha forma de viver. E é por isso que eu acredito tanto nessa arte. Porque eu vivi e vivo o poder transformador dela.
São quase 12 anos no mercado de artesanato católico, mais de 4 anos ensinando online e quase 5 mil alunas transformadas. Cada peça que nasce das mãos de uma aluna é a prova de que essa arte muda vidas.
Tudo o que você precisa para começar a produzir e faturar com artesanato católico.
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